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  <title>O Futuro presente</title>
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    <title>O Futuro presente</title>
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  <pubDate>Sun, 16 Aug 2015 19:52:02 GMT</pubDate>
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   <title>Quais seriam os benefícios conhecendo o seu arquétipo pessoal? </title>
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   <description>&lt;a href=&quot;https://newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000027.htm&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://newciv.org/pic/nl/artpic-sm/525/000525-000027.jpg&quot; title=&quot;Category: &quot; align=&quot;right&quot; hspace=&quot;20&quot; vspace=&quot;10&quot; border=&quot;0&quot;  alt=&quot;picture&quot; /&gt;&lt;/a&gt;No seguinte uma prvia da nova edio do livro &quot;O seu arqutipo pessoal&quot; em portugus.&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Para comprar a sua cpia &lt;a href=&quot;http://www.amazon.com.br/seu-arqu%C3%A9tipo-pessoal-Uma-sobra-ebook/dp/B014EDYAF4&quot; id=&quot;posts_0x1_000525-000027_outside_link&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;clique aqui!&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Quais seriam os benefcios conhecendo o seu arqutipo pessoal? &lt;/b&gt; &lt;br&gt;&lt;br/&gt;por Max Sandor e Heloisa Helena Rosas de Almeida&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O moto &#039;conhecer a si mesmo&#039;  um tema central na conscincia humana.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; Aqui o paradoxo mais profundo e mais abrangente do Universo  o de que o observador nunca  capaz de observar a si mesmo, paradoxo esse que o Budismo antigo compartilha com a Teoria Quntica moderna.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ns s podemos observar com certeza, aquilo que NO  &#039;ns&#039;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; Quando comeamos a fazer isso tendo em vista os outros, encontramos atitudes e comportamentos que as pessoas tm em comum, independente do status social, da idade, da nao ou raa a que pertencem. Podemos enxergar, enfim, que ns, individualmente, seguimos padres especficos tambm.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Essa qualidade de observao faz nascer a conscincia de classificaes das pessoas e da existncia da abstrao de &#039;arqutipos&#039; em geral.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Existem muitas destas classificaes na historia da civilizao humana: o sistema das &#039;gunas&#039; nos Vedas da ndia, a tipologia grega clssica, a astrologia, os arqutipos Junguianos, e, os arqutipos do If, chamados Orisha.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cada um dos sistemas da classificao arquetpica tem as suas verdades e os suas fraquezas. Qual  o mrito do sistema dos Orisha sob essa luz?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Imagine uma estria ou um jogo de aventuras: voc  um paraquedista que vai pular numa terra incgnita para encarnar e cumprir uma &#039;misso impossvel&#039;, digamos, para resgatar uma princesa presa num calabouo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O momento exato do pouso na terra  quando um esprito encarna-se num corpo humano, tipicamente imediatamente depois do nascimento desse corpo. O caminho do corpo no roteiro quase circular do Universo, e os desafios que voc vai encontrar no percurso da vida, dependem do lugar onde voc aterrou, do tempo exato do pouso, e da configurao do dia do ano. Ns podemos aproximar estes parmetros pela Astrologia.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As qualidades bsicas do corpo fsico que voc escolhei para encarnar-se para a sua misso, seguem a classificao dos quatro temperamentos gregos, ou, se voc prefere, o modelo Indiano da Ayurveda&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Durante a misso voc vai precisar usar vrios arqutipos scio-funcionais, como ser um pai ou uma me, um curador, um monstro, um lder, etc... Vrios modelos, como o Junguiano, servem para isso.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Faltam, porm, alguns parmetros nesta aventura. E agora, finalmente, vemos as polaridades csmicas do If (Odu) e os arqutipos, os Orisha.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com a &quot;Leitura de vida&quot; podemos definir a sua motivao para encarnar-se para esta aventura no &#039;vetor interno&#039;, a misso mesma como o Odu (polaridade) central, e a sua estratgia principal para sobreviver e vencer, no &#039;vetor externo&#039;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Falta ainda o papel principal que voc vai jogar durante essa vida: voc vai agir mais como um soldado ou como um curador? Mais como uma amazona ou mais como uma enfermeira? Mais um artista ou mais como um cientista?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O Sistema do If identifica exatamente 201 arqutipos distintos. Ns podemos agrup-los em seis &#039;complexos arquetpicos&#039;. Esses grupos principais esto espelhados tambm no modelo do &#039;crebro triuno&#039; tanto para corpos femininos quanto masculinos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Este modelo influencia todas as preferncias e averses de uma pessoa, assim como suas fortalezas principais e as suas fraquezas. Por isso,  instrumental em todos os passos e escolhas na vida.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sem conhecer o seu arqutipo e as suas qualidades  principalmente impossvel determinar se uma escolha sua j estava programada pelo arqutipo, ou se  verdadeiramente a SUA PRPRIA ESCOLHA.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Na falta de conhecimento do seu arqutipo, e independentemente de uma explicao de onde vm os padres arquetpicos, os seus padres rgidos e limitados no sero baseados em escolhas conscientes. Como consequncia, tais comportamentos padres so tipicamente aceitados como &#039;normal&#039; ou &#039;evidente&#039;, justificados de qualquer maneira, e nunca questionados.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; claro tambm que ningum estaria em grau de muda-los facilmente, sem primeiramente ganhar um certo conhecimento e conscincia deles.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Este , ento, o primeiro passo para conhecer a si mesmo: conhecer o seu arqutipo, suas preferncias e problemas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;S com este conhecimentos podemos comear o segundo passo: dirig-los com mais prudncia e sabedoria.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; deste caminho que surgem os muitos benefcios que chegam, conhecendo o seu arqutipo espiritual.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Assim voc pode aproveitar o conhecimento do Orisha:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Entre em harmonia com o seu Orisha para mais felicidade na sua vida. Enquanto ela ou ele no  contente, nem voc poderia ser feliz, ainda que a vida providenciasse todos os outros ingredientes materiais e emocionais.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Antecipe os problemas potenciais do seu Orisha para evitar problemas com outros, de sade ou de dinheiro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Aproveite mais intencionalmente as qualidades positivas do seu Orisha, para mais sucesso nos projetos na sua vida;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Reconhea a rede de relaes de amizades e encrencas na sua vida como resultados das relaes dos Orishas das pessoas envolvidas, e comece a transcender a sua programao nesses scripts e jogos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Voc pode parar de culpar outros ou si mesmo e achar solues que resolvero situaes crticas de verdade; a grande maioria dos problemas na sua vida esto baseados nos problemas do seu Orisha, em relao com os Orishas dos outros.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Comece a ver quais so as suas prprias escolhas na vida.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;------------------------------&lt;br/&gt;Max no Web: https://www.maxsandor.com&lt;br/&gt;e no Facebook: https://www.facebook.com/MaximilianSandor&lt;br/&gt;</description>
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   <pubDate>Sun, 16 Aug 2015 19:52:02 GMT</pubDate>
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   <title>Déjà Vus dentro de Fora do Eixo</title>
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   <description>&lt;a href=&quot;https://newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000026.htm&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://newciv.org/pic/nl/artpic-sm/525/000525-000026.jpg&quot; title=&quot;Category: &quot; align=&quot;right&quot; hspace=&quot;20&quot; vspace=&quot;10&quot; border=&quot;0&quot;  alt=&quot;picture&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Dj Vus dentro de Fora do Eixo&lt;br/&gt;por Max Sandor&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Onde menos me esperava, voil, os &#039;dj vus&#039; me chocavam, no Domingo na Casa, dentro do Fora de Eixo, dois dias atrs, ou foram j 44 anos que passaram?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Uma turma de jovens numa sala pequena, semi-circulados, enquadrando, alguns mestres do passado - &#039;aonde vamos?- ninguem sabe. O inverno frio j passou, a primavera estava ainda por chegar, em bermudas todo mundo, roupas quentes  de lado, s em caso. Foi assim em Frankfurt, em 1969. Assim mesmo me senti, neste domingo passado em Sampa, no bairro da Liberdade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Nas caras na platia, se misturavam: paixo pela vida, e teso pelas palavras elaboradas. Geometria conhecida nos dilogos entre os mundos; uns que j se provaram na vida, dando conselho sbio pra quem quer ouvir, outros aspirantes ao futuro em volta deles, com bocas meio abertas, esperando sem esperar, as bochechas avermelhadas do amistoso contra as bochechas plidas enrugadas. focados pelos seus lderes, com os craques acadmicos ao lado. E a? quais seriam os movimentos que queremos?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O Adorno, bem antes de chegar s com a polcia, gostava de falar sobre o futuro no passado. O que ele diria, companheiros, em frente das cmeras da PsTV? Ele mesmo, o profeta da esttica da cultura falida, aquele que escreveu o prprio &#039;Prlogo da TV, o que ele diria?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O Adorno apontaria pro incio, 60 anos atrs. A tv no Brasil celebrava os seus trs aninhos. Para Adorno, o quadro j estava enquadrado: &#039;Os humanos, ao invs de serem mudados, esto fixados ao inevitvel&#039; - ele disse- no &#039;Prlogo  TV&#039;, em 1953.  Assim foi, assim ! hoje em Sampa, Adorno diria: &#039;Se mudou, o que foi?&#039; Se vai mudar alguma coisa, o que seria?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em Sampa 2013, as respostas variam com as roupas intelectuais, as maquiagens mentais, as pretenses de saber e o ambiente scio-cultural de cada um, at a questo extrema de &#039; melhor quebrar o que ainda no est quebrado?&#039;. Dj vus, um depois do outro; o meu prprio papel al, muito diferente daquele em Frankfurt, na primavera de 1969.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Seja uma esperana, ou a minha ingenuidade, ou uma certa curiosidade; estou olhando uma nova encenao de um show antigo, do que poucos atores atuais se do conta, porque os shows anteriores foram esquecidos. No cancelados, no bem sucedidos, no falidos, nem vencidos - simplesmente dissolvidos como ondas na praia, e, ao fim, sim, esquecidos.</description>
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   <pubDate>Thu, 17 Oct 2013 03:24:17 GMT</pubDate>
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   <title>Fé e Crença: o garato Pi e o Tigre</title>
   <link>https://newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000025.htm</link>
   <description>&lt;a href=&quot;https://newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000025.htm&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://newciv.org/pic/nl/artpic-sm/525/000525-000025.jpg&quot; title=&quot;Category: &quot; align=&quot;right&quot; hspace=&quot;20&quot; vspace=&quot;10&quot; border=&quot;0&quot;  alt=&quot;picture&quot; /&gt;&lt;/a&gt;No fim do ano passado, Frederico Zanatta publicou uma entrevista comigo na Revista Babel da ECA/USP com o titulo &quot;O princpio de no acreditar em nada&quot;. Veja http://www.eca.usp.br/babel/exibir2.php?edicao_id=1&amp;materia_id=44. A entrevista, ainda que muito bem escrita, inteligente e bem humorada, deixou necessariamente algumas questes para esclarecer, aprofundar e ampliar. Voil.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&quot;F e Crena &amp; PI e o Tigre&quot;&lt;br/&gt;&lt;i&gt;por Max Sandor&lt;/i&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em concluso, o que eu estou fazendo? O meu papel no  o de um mestre, professor ou guru. J fiz tudo isso, curti o tempo e a gente, e no final fui para frente. O meu papel  apontar na direo das coisas mgicas que foram esquecidas nas nossas vidas, e fazer reaparecer idias que pareciam perdidas nas memrias dos Seres. O meu conselho no  sobre o que fazer na vida, mas sobre o que se pode fazer para mudar o que no agrada, e trazer ou ampliar o que estava em falta. As minhas sugestes no so moralistas, nem frontal, nem sutilmente, e sim indicaes de quais &#039;processos de transformao&#039; a ser efetuados, para aquilo que se quer realizar. Escolhemos entre milhares de processos que eu coletei durante  meio sculo, em vrias partes do mundo, para achar e realizar o caminho mais eficaz para cada um na sua situao atual e especifca. Assim a  transformao se transforma em auto-iniciao. S por si mesmo  possvel avanar. S o que se sabe fazer por si mesmo tem um valor incomensurvel.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por isso, o meu mtodo para o progresso espiritual probe doutrinao &lt;i&gt;por princpio&lt;/i&gt; e reduz a teoria a modelos mnimos e simples. Isto no exclui compartilhar as minhas observaes individuais que poderiam bem servir como inspiraes num dilogo platnico.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ento, olhemos a questo da crena sem a pretenso de chegar a uma perspectiva conclusiva. As palavras &lt;i&gt;F e Crena&lt;/i&gt; tem uma histria impressionante de falsificaes e erros deliberados e/ou ingnuos, de interpretao. Vamos analisar a situao do garoto Pi, num dos filmes mais lindos jamais feitos. Perdido no meio do mar, ele precisa sobreviver num barco pequeno, junto com um tigre. Essa metfora espelha a nossa mente, a nossa luta interna entre a confiana do que se poderia fazer e aquilo que as nossas prprias crenas nos permitem enxergar. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Nesta situao esquisita, o garoto Pi se lembra de como o seu pai, dono de um pequeno circo, adestrou tigres. Ele encontra um manual com instrues, passo a passo, de como tornar uma besta num animal adestrado ao menos a ponto de no mais atacar.  esse conhecimento que lhe d &lt;i&gt;f&lt;/i&gt; na possibilidade de sobreviver. Ele comea um &lt;i&gt;processo sistemtico e elaborado&lt;/i&gt; de adestramento, que leva dias de trabalho exato e definido. Ele no reza, no canta mantras, no espera por um salvador para resgata-lo dessa situao - ele age. Ele tem &lt;i&gt;f&lt;/i&gt; de verdade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Do outro lado do barco, a besta est presa nos pressupostos bsicos da sua sobrevivncia como organismo. Ela s acredita no que ela v no seu ambiente imediato, e os mecanismos dele. Ela acredita nas aparncias bvias do que acontece em volta dele. Sem estratgia ou conhecimento e sem recursos mentais, ela espera um momento quando o fome cresce maior do que o seu medo. As suas premissas nem esto falsas.  simples que ela s tem os recursos da crena. Sem estratgia ou conhecimento e sem recursos mentais, ela espera pelo momento quando a fome ser maior do que o seu medo. As suas premissas no so falsas, mas   ela s tem os recursos da &lt;i&gt;crena&lt;/i&gt;. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Deixar as nossas crenas  um processo longo e rduo como o adestramento de um tigre faminto. No  para aqueles que querem s relaxar e curtir o por-do-sol.  preciso conhecimentos de como lidar com os paradoxos nas nossas mentes, como comunicar consigo mesmo. Olhar o que precisa ser olhado no presente, sem esperar que outros tragam um futuro melhor, e sem se perder num passado que j era. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Precisamos de f, sim, no sentido da filosofia grega &lt;i&gt;pistis&lt;/i&gt;: a confiana naquilo que se sabe. Precisamos desenvolver a nossa prpria epistemologia, o conhecimento do nosso prprio conhecimento. Ns absolutamente no precisamos das encrencas das crenas, das premissas ilgicas e sem provas que conduzir  inevitavelmente  corrupo, violncia e escravido. Porm, precisamos, sim, de f tambm no sentido do latim &lt;i&gt;fides&lt;/i&gt;: &quot;adeso absoluta do esprito quilo que se considera verdadeiro&quot;. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Precisamos nos fiar em ns mesmos!&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;------------------------------&lt;br/&gt;Max no Web: https://www.maxsandor.com&lt;br/&gt;e no Facebook: https://www.facebook.com/MaximilianSandor</description>
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   <pubDate>Fri, 6 Sep 2013 23:45:41 GMT</pubDate>
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   <title>Epigenetic Tuning</title>
   <link>https://newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000024.htm</link>
   <description>&lt;a href=&quot;https://newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000024.htm&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://newciv.org/pic/nl/artpic-sm/525/000525-000024.jpg&quot; title=&quot;Category: &quot; align=&quot;right&quot; hspace=&quot;20&quot; vspace=&quot;10&quot; border=&quot;0&quot;  alt=&quot;picture&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Epigenetic Tuning&lt;br/&gt;(por Max Sandor)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Somos Seres espirituais que habitamos um corpo humano. Este corpo  nossa conexo com o mundo fsico e  igualmente um portal para comunicao com outros Seres que compartilham conosco, a experincia deste mundo. Um vez encarnados,  somos responsveis por nosso corpo. Ele merece ser bem tratado e cuidado, pois mais do que um veiculo para o esprito, ele  um reflexo da criao e a nossa representao e desempenho no palco da vida. Merece o nosso respeito.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O corpo nasceu com a sua prpria histria - uma histria bem complexa e muito carregada. Considerando somente os ltimos 2000 anos, d para chegar a cem geraes de ancestrais, equivalente a 1298074214633706907132624082305024 pessoas individuais, um nmero inimaginvel, cada uma delas com a suas experincias, sonhos, expectativas, traumas, talentos e poderes.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A cincia moderna reconhece e valida a influncia dos ancestrais sobre as nossas vidas atravs do ramo da &#039;epigentica&#039; ou o conhecimento da ativao ou da supresso das partes individuais de nossos genes. A  expresso do DNA pode, sim, mudar  luz da nossa conscincia!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&#039;Epigenetic Tuning&#039; no  regresso nem hipnose.  um processo gentil, no intrusivo, onde a pessoa entra em contato com as memrias codificadas no corpo fsico e nas clulas. Nesse encontro ela pode nesse momento remover as influncias negativas e trazer os poderes e talentos dos seus prprios ancestrais para o presente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Assim o &#039;Epigenetic Tuning&#039; resulta numa experincia de profundidade sem paralelo, mudando a perspectiva e a vida da pessoa, holisticamente e integralmente. Com um corpo sem o peso e as confuses do passado, com o potencial pleno das experincias dos seus ancestrais, a alma se acalma e o esprito se desdobra mais rpido e mais integralmente - o Ser mesmo chegando ao seu objetivo de ser. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;----------------------------------------------&lt;br/&gt;veja https://www.facebook.com/MaximilianSandor&lt;br/&gt;e http://www.maxsandor.com</description>
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   <pubDate>Sat, 20 Jul 2013 14:31:57 GMT</pubDate>
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   <title>Chomsky e as 10 Estratégias de Manipulação Midiática</title>
   <link>https://newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000023.htm</link>
   <description>&lt;a href=&quot;https://newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000023.htm&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://newciv.org/pic/nl/artpic-sm/525/000525-000023.jpg&quot; title=&quot;Category: &quot; align=&quot;right&quot; hspace=&quot;20&quot; vspace=&quot;10&quot; border=&quot;0&quot;  alt=&quot;picture&quot; /&gt;&lt;/a&gt;este texto foi traduzido &amp; publicado pelo Jefferson: https://www.facebook.com/notes/jefferson-nunes/chomsky-e-as-10-estrat%C3%A9gias-de-manipula%C3%A7%C3%A3o-midi%C3%A1tica/554549324604553&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Duplicado aqui pra nunca perder :)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Chomsky e as 10 Estratgias de Manipulao Miditica&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O lingista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das 10 estratgias de manipulao atravs da mdia:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;1- A ESTRATGIA DA DISTRAO.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O elemento primordial do controle social  a estratgia da distrao que consiste em desviar a ateno do pblico dos problemas importantes e das mudanas decididas pelas elites polticas e econmicas, mediante a tcnica do dilvio ou inundaes de contnuas distraes e de informaes insignificantes. A estratgia da distrao  igualmente indispensvel para impedir ao pblico de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na rea da cincia, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da ciberntica. Manter a ateno do pblico distrada, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importncia real. Manter o pblico ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta  granja como os outros animais (citao do texto &#039;Armas silenciosas para guerras tranqilas&#039;).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUES.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Este mtodo tambm  chamado problema-reao-soluo. Cria-se um problema, uma situao prevista para causar certa reao no pblico, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violncia urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o pblico seja o mandante de leis de segurana e polticas em prejuzo da liberdade. Ou tambm: criar uma crise econmica para fazer aceitar como um mal necessrio o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos servios pblicos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;3- A ESTRATGIA DA GRADAO.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para fazer com que se aceite uma medida inaceitvel, basta aplic-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos.  dessa maneira que condies socioeconmicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as dcadas de 1980 e 1990: Estado mnimo, privatizaes, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salrios que j no asseguram ingressos decentes, tantas mudanas que haveriam provocado uma revoluo se tivessem sido aplicadas de uma s vez.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;4- A ESTRATGIA DO DEFERIDO.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Outra maneira de se fazer aceitar uma deciso impopular  a de apresent-la como sendo dolorosa e necessria, obtendo a aceitao pblica, no momento, para uma aplicao futura.  mais fcil aceitar um sacrifcio futuro do que um sacrifcio imediato. Primeiro, porque o esforo no  empregado imediatamente. Em seguida, porque o pblico, a massa, tem sempre a tendncia a esperar ingenuamente que tudo ir melhorar amanh e que o sacrifcio exigido poder ser evitado. Isto d mais tempo ao pblico para acostumar-se com a idia de mudana e de aceit-la com resignao quando chegue o momento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;5- DIRIGIR-SE AO PBLICO COMO CRIANAS DE BAIXA IDADE.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A maioria da publicidade dirigida ao grande pblico utiliza discurso, argumentos, personagens e entonao particularmente infantis, muitas vezes prximos  debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por qu? Se voc se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, ento, em razo da sugesto, ela tender, com certa probabilidade, a uma resposta ou reao tambm desprovida de um sentido crtico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver Armas silenciosas para guerras tranqilas).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXO.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fazer uso do aspecto emocional  uma tcnica clssica para causar um curto circuito na anlise racional, e por fim ao sentido critico dos indivduos. Alm do mais, a utilizao do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idias, desejos, medos e temores, compulses, ou induzir comportamentos&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;7- MANTER O PBLICO NA IGNORNCIA E NA MEDIOCRIDADE.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fazer com que o pblico seja incapaz de compreender as tecnologias e os mtodos utilizados para seu controle e sua escravido. A qualidade da educao dada s classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medocre possvel, de forma que a distncia da ignorncia que paira entre as classes inferiores s classes sociais superiores seja e permanea impossvel para o alcance das classes inferiores (ver Armas silenciosas para guerras tranqilas).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;8- ESTIMULAR O PBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Promover ao pblico a achar que  moda o fato de ser estpido, vulgar e inculto&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;9- REFORAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fazer o indivduo acreditar que  somente ele o culpado pela sua prpria desgraa, por causa da insuficincia de sua inteligncia, de suas capacidades, ou de seus esforos. Assim, ao invs de rebelar-se contra o sistema econmico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos  a inibio da sua ao. E, sem ao, no h revoluo!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;10- CONHECER MELHOR OS INDIVDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No transcorrer dos ltimos 50 anos, os avanos acelerados da cincia tm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do pblico e aquelas possudas e utilizadas pelas elites dominantes. Graas  biologia,  neurobiologia e  psicologia aplicada, o sistema tem desfrutado de um conhecimento avanado do ser humano, tanto de forma fsica como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivduos do que os indivduos a si mesmos.</description>
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   <pubDate>Tue, 2 Jul 2013 16:48:44 GMT</pubDate>
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   <title>Um espectro ronda o Mundo - o espectro do SystemicChange</title>
   <link>https://newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000022.htm</link>
   <description>&lt;a href=&quot;https://newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000022.htm&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://newciv.org/pic/nl/artpic-sm/525/000525-000022.jpg&quot; title=&quot;Category: &quot; align=&quot;right&quot; hspace=&quot;20&quot; vspace=&quot;10&quot; border=&quot;0&quot;  alt=&quot;picture&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Um espectro ronda o Mundo - o espectro do SystemicChange. Todas as potncias do velho Mundo unem-se numha Santa Aliana para conjur-lo: o papa e o Obamba, a Merkel e a Dilma, os radicais da Frana e os policiais da Alemanha.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Qu partido de oposiom nom foi acusado de SystemicChange pelos seus adversrios no poder? Que partido de oposiom, por sua vez, nom lanou aos seus adversrios de direita ou de esquerda a alcunha infamante de SystemicChange?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Duas conclusons decorrem desses factos:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;1. O SystemicChange j  reconhecido como fora por todas as potncias da Europa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;2.  tempo de os qye fazem SystemicChange exporem,  face do mundo inteiro, o seu modo de ver, os seus fins e as suas tendncias, opondo um manifesto de se prprio, do espectro do SystemicChange.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com este fim, reunrom-se, na Internet, os agentes do SystemicChange de vrias nacionalidades e redigrom o manifesto seguinte, que ser publicado em ingls, francs, alemo, italiano, flamengo e dinamarqus.</description>
   <guid isPermaLink="true">https://newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000022.htm</guid>
   <pubDate>Wed, 26 Jun 2013 16:27:09 GMT</pubDate>
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   <title>Satyagraha 2.0 - a única solução possível pensável contra a opressão</title>
   <link>https://newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000021.htm</link>
   <description>&lt;a href=&quot;https://newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000021.htm&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://newciv.org/pic/nl/artpic-sm/525/000525-000021.jpg&quot; title=&quot;Category: &quot; align=&quot;right&quot; hspace=&quot;20&quot; vspace=&quot;10&quot; border=&quot;0&quot;  alt=&quot;picture&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Satyagraha 2.0 - a nica soluo possvel pensvel contra a opresso&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;i&gt;(ingls: http://sandorian.us/newslog2.php/__show_article/_a000245-000361.htm ) &lt;/i&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os tempos tm mostrado que as revolues feitas com violncia sempre produziram o efeito oposto. Podemos olhar o fato de vrios ngulos e encontrar vrias razes. A mais clara vem do campo da matemtica da &#039;Teoria dos Jogos&#039;, que mostra que se trata de uma questo de estratgia!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Olhando para o que funcionou na histria, encontramos a idia da &#039;Satyagraha, do Mahatma Gandhi, depois de  ardente busca por uma soluo contra a ocupao da ndia pelos ingleses, em meio aos embates entre Hindus, Cristos e Mulumanos. Quanto mais olhamos, mais achamos paralelos, ento e agora. Da poltica  justia, corrupo, a medicina mesma, e o campo da cincia. Alm do mais, ainda que o movimento tenha sido trado mais tarde, &lt;b&gt;o Satyagraha funcionou&lt;/b&gt;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Hoje, vivemos em pseudo-democracias que so, de fato, oligarquias de um pequeno e altamente organizado network de gente rica e seus representantes, que manejam iludir as populaes de que elas poderiam influenciar na poltica, com os seus votos. O princpio de &quot;justia igual para todos&quot;, tem se tornado uma farsa ao ponto de muitos pases estarem providenciando &#039;leis&#039; pr imunidade da casta governante.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As populaes so levadas a pensar que os seus problemas so nacionais e que poderiam ser solvidos, simplesmente, ajustando ou repondo alguns elementos. Mas, aproximadamente todos os pases, hoje, sofrem o mesmo destino. Seja Itlia, Grcia, Espanha, Portugal ou Brasil, o nico que muda  a lngua local.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Satyagraha&lt;/b&gt;, matematicamente, no  uma &#039;winning strategy&#039;, como tal, mas  a NICA estratgia que pode evitar uma perda. &quot; desobedincia civil no violenta&quot;, seria uma interpretao pragmtica da estratgia. E o conceito  de longe mais amplo, bem encaixado e vlido nos tempos de hoje, cem anos depois destas palavras serem criadas! A corrupo  sistmica e  global.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Aqui esto as regras, atualizadas para 2013. Tenha em mente que as regras definam a estratgia da luta e no um moralismo ou uma doutrina. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;UL&gt;&lt;B&gt;Satyagraha 2.0 (NEXT GENERATION - 2013) &lt;/UL&gt;&lt;/B&gt;&lt;br/&gt;1. Declare-se um &lt;b&gt;Satyagrahi&lt;/b&gt;;&lt;br/&gt;2. Durante as manifestaes, abstenha-se de qualquer tipo de violncia, inclusive nos discursos e nos cartazes;&lt;br/&gt;3. Documente e denuncie qualquer tipo de agresso violenta por parte das foras do opressor e seus provocadores contratados, bem como dos atores no &lt;B&gt;Satyagrahis&lt;/B&gt;, usando as redes eletrnicas;&lt;br/&gt;4.Evite qualquer concentrao fsica de pessoas que poderiam ser feitas de alvo de ataque pelo opressor ou seus agentes contratados;&lt;br/&gt;5. Jogue o jogo Tom &amp; Jerry: sempre que a opresso ou seus agentes pagos aparecerem, escondam-se; aps sua retirada ou quando derem as costas, saia ao ar livre e dance;&lt;br/&gt;6. Opressores jogam para fazer parecer e instigam a briga entre diferentes grupos tnicos, culturais e religiosos. Denuncie quando isso acontecer e no caia na armadilha deles; &lt;br/&gt;7. Comece a pensar no depois. Gandhi props uma democracia estritamente descentralizada, semelhante  &quot;Repblica Rte&quot; (conselhos locais) e com a internet, isso pode ser facilmente implementado. &lt;br/&gt;8. Evite colocar roupas ou manifestar com bandeiras/objetos representativos de algum partido, evitando assim, possvel risco de violncia. Estamos todos no mesmo barco e os partidos so uma iluso dessa falsa democracia;&lt;br/&gt;9. No faa uso de qualquer instrumento que possa ferir outras pessoas como, por exemplo, fogos de artifcio, evitando tambm argumentos para ser alvo de opressores e facilitando a identificao de atores no Satyagrahi;&lt;br/&gt;10. Para j, evite nomear lderes pblicos (que poderiam ser persuadidos ou corrompidos pelos opressores).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Finalmente, tenha em mente que: &lt;br/&gt;- os opressores tentaro de tudo para fazer a populao crer que eles so onipresentes, mas eles NO so!&lt;br/&gt;- eles podem at mesmo deliberadamente construir e transmitir as agresses que nunca aconteceram s para incitar a indignao pblica;&lt;br/&gt;- eles iro hackear um movimento &lt;b&gt;Satyagraha&lt;/b&gt; como j hackearam todos os movimentos sociais no passado;&lt;br/&gt;- eles iro prometer &#039;melhorar&#039; tudo no pas e que tambm vo atender os pedidos do povo no futuro, pra que o povo recue e as vozes silenciem;&lt;br/&gt;- eles nunca cumpriro, dentro do sistema atual, porque isso seria o seu fim.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No se deixe enganar! Mantenha-se calmo e reafirme que &quot;a verdade prevalecer&quot;!.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Seja um Satyagrahi!&lt;br/&gt;Seja um Satyagrahi NEXT GENERATION!&lt;br/&gt;&lt;/b&gt;</description>
   <guid isPermaLink="true">https://newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000021.htm</guid>
   <pubDate>Fri, 21 Jun 2013 22:26:22 GMT</pubDate>
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   <title>Onde você está em relação ao passado, ao presente e ao futuro?!</title>
   <link>https://newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000020.htm</link>
   <description>&lt;a href=&quot;https://newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000020.htm&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://newciv.org/pic/nl/artpic-sm/525/000525-000020.jpg&quot; title=&quot;Category: &quot; align=&quot;right&quot; hspace=&quot;20&quot; vspace=&quot;10&quot; border=&quot;0&quot;  alt=&quot;picture&quot; /&gt;&lt;/a&gt;(original em ingls 12 Jan 2013 @ 14:41, por Max Sandor)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O homem civilizado moderno parece estarrecido quando encontra estilos de vida diferentes dos nossos tempos. O exemplo mais bvio  o das culturas cujos membros parecem viver de modo feliz, SEM fazer inferncias, como os &#039;Pirah&#039; do Brasil ( ver http://umaincertaantropologia.org/2012/03/23/how-do-you-say-disagreement-in-piraha-n-y-times/ ). Eles tm a &#039;Gramtica da Felicidade&#039;, ou so eles no-humanos, segundo a inferncia do ponto-de-vista dos lingustas/filsofos? As opinies parecem oscilar entre reverncia cega e racismo declarado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Enquanto isso, uma outra lngua nativa fez ergueren-se algumas sobrancelhas; uma lngua que  tambm &#039;suspeita&#039; de ser &#039;no-inferente&#039;, e uma lngua que trata a perspectiva do passado&amp;futuro aparentemente de modo oposto da &#039;nossa&#039; perspectiva.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Linguistas olharam para uma das principais lnguas dos descendentes do povo Maia, a lngua Aymara, falada por cerca de 3 milhes de pessoas, e viram que o povo que falava essa lngua colocava o futuro aparentemente ATRS, e o passado NA FRENTE deles (veja http://www.linguistics.berkeley.edu/~sweetser/NunezSweetser2006.pdf ).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Se quiser, d para sorrir com arrrogncia e seguir com a vida...MAS, o que aconteceria se  olhssemos por um momento para a sanidade da NOSSA cultura, que coloca o futuro &#039;em frente&#039;? &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Primeiro, porm, um pequeno detalhe que normalmente escapa  ateno dos linguistas profissionais: as lnguas ocidentais modernas colapsam as preposies de espao e de tempo dentro das MESMAS palavras, como se tempo de espao fossem a mesma coisa. Se estritamente visto, no faz sentido tratar ambos como o mesmo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Segundo, nossas prprias lnguas tratam as preposies de tempo de um modo que permite a especulao de que talvez, NOSSOS PRPRIOS ANCESTRAIS LINGUSTICOS podem ter tido o passado &#039;na frente&#039; e o futuro &#039;atrs&#039;. No mnimo podemos construir algumas combinaes de arrepiar os cabelos, sobre as preposies de espao e de tempo, como fez Maynard de Aymar na lngua germnica ( http://www.facebook.com/photo.php?fbid=118654971637887&amp;set=a.105471939622857.12823.100004801539906&amp;type=1&amp;theater ).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Prope-se, assim,  um novo e fresco olhar naquilo que estamos olhando, quando estivermos olhando para o elemento mais inferente da nossa mente, que  a idia de futuro!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Colocar a viso de futuro diretamente na frente, como parece ser o hbito da maioria das pessoas ocidentais, , provavelmente, a PIOR de todas as possibilidades. Isso faz colidir direta e brutalmente com a percepo &#039;daquilo que est l, em frente de si&#039;, a chamada SITUAO PRESENTE. A experincia mostra que esse modo de ver o futuro cria incerteza, auto-invalidao, tenses extremas, nervosismo, e falta generalizada de persistncia, necessrio para se alcanar um objetivo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No Power+Life Coaching ns oferecemos, entretanto, ao cliente, trabalhar com a viso dos seus projetos FORA do espao da &#039;realidade atual&#039;, tpica no lado direito e  acima do corpo. Isso funciona muito bem para muitos e  de longe superior  viso &#039;comum&#039; do futuro direto na frente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E o passado? Aquilo que no se v PODE ferir! Se voc no est atento no trfego em torno  enquanto dirige um carro, as chances de um acidente aumentam dramaticamente. Para se ter um sentido de novas tendncias, quer no trfego ou na vida,  preciso trilhar movimentos que se estendem do passado at dentro do futuro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Portanto, colocar o passado ATRS de si mesmo  a pior opo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em nossas sesses de Coaching, ns convidamos o cliente a perceber o passado no lado ESQUERDO e ABAIXO. Observamos ento nossos projetos se desdobrando sobre idireito, ambos ligeiramente em frente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;At agora tudo bem, mas esse ainda no  o modo que a lngua falada pelos ndios Aymara parece indicar  as suas vises do futuro e do passado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Agora, se se move &#039;o espao da viso de futuro&#039;para o topo da cabea, ligeiramente para trs, se poder especular que os pesquisadores da lngua no-inferente dos Aymara podem bem ter negligenciado um detalhe importante: &#039;atrs&#039;, no- necessariamente se refere ao espao FSICO das costas, ou atrs da expresso da fala, mas aponta para o espao INTERNO na viso da pessoa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O que significa que, tomando a viso de futuro no espao interno (necessariamente um espao inferente ou &quot;postulador&#039;), significando ligeiramente ATRS e ACIMA da cabea, e o seu passado estando lateralmente visvel, torna-se possvel testemunhar o TEMPO PRESENTE, ao mximo, com um mnimo de inferncias e/ou interferncias.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ergue-se aqui uma questo da existncia: Onde se est em relao ao passado, ao presente e ao futuro?!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Prova!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;.....&lt;br/&gt;Visite no Facebook: http://www.facebook.com/MaximilianSandor  http://www.facebook.com/HeloAsha &lt;br/&gt;Veja os desenhos: http://energy-bodies.org/ (ingls) </description>
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   <pubDate>Wed, 16 Jan 2013 14:27:24 GMT</pubDate>
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   <title>Provisórios Definitivos</title>
   <link>https://newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000019.htm</link>
   <description>&lt;a href=&quot;https://newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000019.htm&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://newciv.org/pic/nl/artpic-sm/525/000525-000019.jpg&quot; title=&quot;Category: &quot; align=&quot;right&quot; hspace=&quot;20&quot; vspace=&quot;10&quot; border=&quot;0&quot;  alt=&quot;picture&quot; /&gt;&lt;/a&gt;por Heloisa H.R. de Almeida&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O(s) governo(s) brasileiro(s) vm desenhando seu perfil ao ponto de faz-lo claro aos olhos de quem tenha olhos para ver. A sociedade brasileira est sendo tratada, em sua maioria representada, como escria, um tipo de sub-produto humano dos interesses de uma suposta elite. Acham, os polticos,  em relao a si mesmos, que  chegada a hora de exercerem os seus poderes carregados de dio, frustraes , ressentimentos e confuses sem  Vontade ao Bem. Vai ficando muito ntido, para alguns de ns, como o sistema poltico brasileiro vem imulando o que h de mais nefasto e supressivo na atual civilizao humana, sobre aqueles considerados comandados, passveis de tutela e de guia.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Esse desenho  claro, e suas cores so cinza e negro, aos olhos de muitos. Cada passo, cada Medida Provisria, cada arranjo, cada mentira proferida, cada roubo, cada arbitrariedade, tendem  preciso do clculo importado, por esse mesmo sistema, ultrajando e subestimando, na mais completa cara-de pau, a inteligncia e a prerrogativa dos seres de procurarem escolher o que melhor lhes serve dentro da conjuntura que se apresenta.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Desenho sistmico, sistematicamente reforado, no passo a passo da supresso dos to falados direitos humanos. Buscam os zumbis polticos e os tecnocratas, antes buscados, por outros, por seus perfs de subservincia, eles mesmos, dispersar a ateno da platia pasma em confuso, e faz-la perder-se em detalhes de banalidade, disperdiando tempo com discusses em crculos,  medida em que avanam em suas agendas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O pano de fundo e a base ideolgica,  a promoo da confuso entre tendncias, ao ponto da esculhambao! Qum  quem, ser que d pr saber? No importam os personagens, aqui no caso. So uniformes, colaboram entre si, no silncio e na zoeira.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Se de fato estamos interessados em algum tipo de avano na soluo dos impasses  e do constrangimento da tica espiritual dos seres humanos, precisamos olhar com mais vontade de clareza o jogo que est sendo jogado, e os sub-jogos que esto sendo enfiados goela abaixo dos seres j nascidos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quanto aos que esto por chegar, nestes tempos de roubo, usura e controle, melhor ser arregiment-los ainda no ventre.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As mulheres so parideiras descartveis, dentro desse mesmo sistema , sistema esse que tem como ferramenta mais conveniente seus ministrios-caixas, al, bem al, onde a reza principal  : Fazei de mim, intrumento da tua vontade Daquilo que no vem hesitando em deix-las morrer,ou no mnimo faz-las mutiladas, por descaso, no que se v aparente, ou por clculo, no que se deduz, pelo que  dito, e pelo que no  dito. So numerrios, elas, num sistema ortodoxo  e masculinamente teocrtico. Desprotegidas, aviltadas e tripudiadas, o passo agora  que sejam controladas e monitoradas por sabe-se l quem, no absoluto sigilo a que tm acesso as foras controladoras do que  bem ou mal para os outros, com as justificativas esfarrapadas de que a mquina que as aniquila vai agora melhor poder poup-las! Poupem-nos dessa falcia! Se no nos pouparem, porque no esto em grau, esses tecnocratas, poupemos-nos ns mesmas, mulheres de carne e osso, de alma e esprito, da subservincia s custas da nossa dignidade e vida, e da dos nossos filhos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para que no sejam aqueles filhos..., no futuro, que por uma trouxa de iluso de poder e controle, vituperem  o prprio feminino gerador, a prpria Me!</description>
   <guid isPermaLink="true">https://newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000019.htm</guid>
   <pubDate>Sat, 14 Jan 2012 13:58:20 GMT</pubDate>
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   <title>Como não perder a cabeça (na confusão de hoje) </title>
   <link>https://newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000018.htm</link>
   <description>&lt;a href=&quot;https://newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000018.htm&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://newciv.org/pic/nl/artpic-sm/525/000525-000018.jpg&quot; title=&quot;Category: &quot; align=&quot;right&quot; hspace=&quot;20&quot; vspace=&quot;10&quot; border=&quot;0&quot;  alt=&quot;picture&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Bem-vindos  era das galinhas descabeadas! O que uma vez foi um jogo de explorao e conquista, agora  luta pela sobrevivncia na confuso do galinheiro&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;05 de Novembro de 2011 s 00:30&lt;br/&gt;Max Sandor&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As atitudes dos lderes, tanto na poltica quanto na economia, mudou vrias vezes nas ltimas dcadas. Uma pergunta que se ouve frequentemente nas discusses entre consultores : O que mudou? O mundo mesmo ou as pessoas, as novas geraes de lderes?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;artigo no Brasil247: http://www.brasil247.com.br/pt/247/mundo/22454/Como-n%C3%A3o-perder-a-cabe%C3%A7a-%28na-confus%C3%A3o-de-hoje%29.htm&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;mais artigos por Max:&lt;br/&gt;Da praia  realidade&lt;br/&gt;http://brasil247.com.br/pt/247/brasil/14628/Da-praia-%C3%A0-realidade.htm&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A caa ao diabo na msica&lt;br/&gt;http://www.brasil247.com.br/pt/247/cultura/15329/A-ca%C3%A7a-ao-diabo-na-m%C3%BAsica.htm&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Farmacalpso&lt;br/&gt;http://www.brasil247.com.br/pt/247/cultura/16048/Farmacal%C3%ADpso.htm&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A chegada dos nativos digitais&lt;br/&gt;http://www.brasil247.com.br/pt/247/mundo/16808/A-chegada-dos-nativos-digitais.htm &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&quot;Transformao&quot;. Tem certeza?&lt;br/&gt;http://www.brasil247.com.br/pt/247/mundo/17794/Transforma%C3%A7%C3%A3o-Tem-certeza.htm&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A Esttica  a Mensagem&lt;br/&gt;http://www.brasil247.com.br/pt/247/cultura/18716/A-Est%C3%A9tica-%C3%A9-a-Mensagem.htm &lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Ns precisamos saber! Ns vamos saber!&lt;br/&gt;http://www.brasil247.com.br/pt/247/pernambuco247/21519/N%C3%B3s-precisamos-saber!-N%C3%B3s-vamos-saber!.htm</description>
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   <pubDate>Sat, 5 Nov 2011 20:05:41 GMT</pubDate>
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